Reportagem: Dois dias em casa com os Moonspell

Ninguém tem dúvidas de que os Moonspell são, hoje em dia, a banda nacional mais reverenciada fora de portas. Muitas vezes mal amados e até incompreendidos num país que teima em homenagear o talento que tem, somente após o seu desaparecimento, é junto da comunidade metálica internacional que os “lobos da Brandoa” granjeiam mais adjectivos superlativos. Vem isto a propósito da dose dupla que a banda de Fernando Ribeiro ofereceu a Lisboa este fim de semana, com um concerto de celebração ao vigésimo quinto aniversário de “Irreligious” na sexta feira dia 18, e a apresentação formal do novíssimo “Hermitage” no dia seguinte.

Mas vamos por partes. Em fim de semana onde o Governo anunciou “cerco a Lisboa”, foi com alguma apreensão que muitos membros da alcateia Moonspell viam a data chegar, mas depressa se percebeu que tanto a banda como a organização Free Music e o espaço Lisboa ao Vivo tinham ideias firmes sobre a importância de levar a cabo esta empreitada. A tão ansiada luz verde acabou por chegar sob a forma de comunicado nas redes sociais de todos os envolvidos, pelo que às 21 horas de dia 18 de Junho, as luzes de palco apagaram-se, e a banda entrou sob um ensurdecedor bater de palmas de uma plateia sentada que esgotara a nova localização do LAV, agora sediada na Marechal Gomes da Costa, paredes meias com a RTP.

As duas celebrações pensadas pelos Moonspell tinham ainda o aliciante extra de permitir a que toda a sua vasta legião de fãs pudesse também participar, através da transmissão em directo na plataforma Munin.live, algo que eu próprio experimentei face à impossibilidade de ter a imprensa acreditada no local do concerto. Assim, sentado no sofá da minha sala de estar, os Moonspell entraram pela minha casa adentro com excelente qualidade de som e imagem.

Parte I – 25 anos de “Irreligious”

Celebrar as bodas de prata de um dos álbuns essenciais da discografia dos Moonspell e simultaneamente estrear a nova sala do LAV-Lisboa ao Vivo, eis algo que quem esgotou a plateia sentada dificilmente irá esquecer.

Perante um palco com o símbolo criado para a capa do disco, a banda entrou ao som do intro “Perverse… Almost Religious”, perante o já referido enorme clamor das palmas.

Tal como iria acontecer na noite seguinte, os Moonspell decidiram tocar na íntegra e tal como está em disco, as faixas do seu segundo disco de originais, razão pela qual “Opium” rebenta mal a banda se instala. Música icónica da banda, e normalmente tocada mais para o meio do set, faz com que o LAV expluda de emoção logo aos primeiros acordes. Seguem-se “Awake” e “For a Taste of Eternity”, numa dinâmica que faz levantar muitas mãos em celebração na plateia. Fernando Ribeiro esteve interventivo qb, preferindo aproveitar o pouco tempo dado face às limitações legais para dar música aos presentes, no local e através do streaming, razão pela qual por vezes a língua de Camões é substituída pela de Shakespeare.

“Ruin and Misery” é antecedida pela exaltação da coragem de quem furou o “cerco” e veio ver a banda, e Fernando lembra que a faixa fala um pouco do que se passa neste momento no nosso país. Dificilmente iremos ouvir num concerto dos Moonspell faixas como “A Poisonous Gift” ou “Raven Claws”, ocasião talvez única de reflectir como estava diferente a banda em 1996 face à estreia com “Wolfheart” o ano anterior.

Mas “Irreligious” não vivia apenas de “Opium”, e a recta final desta primeira data em Lisboa fez as delícias dos fãs, com “Mephisto”, “Herr Spiegelmann” e “Full Moon Madness”, com Fernando Ribeiro a voltar a agradecer a todos os que vieram celebrar.

Finda a passagem em revista do objectivo principal do concerto, e para um encore muito especial, os acordes de piano iniciais de “In and Above Men”, que abria o disco “The Antidote” de 2003, desvanecem para mostrar Pedro Paixão regressar por momentos à frente de palco, saindo detrás dos sintetizadores para agarrar na guitarra. “Abysmo”, retirado de “Sin/Pecado”, mostra-se revigorado com as duas guitarras em duelo no palco do LAV, e a noite aproxima-se do fim, com “Blood Tells” a anteceder a tradicional “Alma Mater”.

Parte II – Apresentação de “Hermitage”

O décimo segundo disco dos Moonspell, “Hermitage”, tinha já sido apresentado oficialmente num espectáculo muito especial e selecto nas Grutas de Mira D’Aire, a 7 de Maio e  perante apenas 60 fãs. Lisboa (e o mundo em streaming) teve agora oportunidade de ver ao vivo as canções do disco que chegou ao primeiro lugar de vendas no nosso país, um álbum que vê a banda sair da zona de conforto e ingressar numa viagem às influências do gótico, mais psicadélico e introspectivo, também muito por culpa de ter sido escrito e gravado em plena pandemia.

Ao contrário da noite anterior, o palco do LAV surge despido de qualquer subterfúgio cénico, contando apenas com a banda, instrumentos e jogos de luzes. Mas tal como na noite anterior, o público afluiu em massa para testemunhar o novo som dos Moonspell, um disco que numa entrevista Fernando Ribeiro confessou “não ter amarras ao passado”.

E isso nota-se desde o “tiro de partida”!

“Hermitage” (ermida em inglês) bem que se podia chamar “Heritage” (herança), tal a proximidade do som deste novo disco dos Moonspell aos primeiros discos dos Pink Floyd e ao universo psicadélico. “The Greater Good” abre o concerto (e o disco) denotando imediatamente que algo mudou no som da banda, e que isso não é necessariamente mau! Existe logo de início uma enorme preponderância no trabalho do Pedro Paixão por detrás dos tubos que protegem os seus sintetizadores, e a guitarra de Ricardo Amorim está a vibrar com muito menos distorção que era de esperar para os Moonspell. Mas esta não é a mesma banda de 2017 e que gravou o disco conceptual “1755” sobre o Terramoto de Lisboa. E nem é pela mudança nas peles, com a saída de Mike Gaspar e a entrada de Hugo Ribeiro.

O facto é que este disco foi preparado durante a pandemia, com o confinamento a obrigar a uma reclusão de todos, e principalmente para Fernando Ribeiro, que publicamente referiu ter usado o seu tempo para escrever mas também para ler, nomeadamente obras ligadas a experiências semelhantes, como “Fora do Mundo, A Extraordinária História do Último Eremita” de Michael Finkel, ou o clássico literário, “A Peste” de Albert Camus. “Common Prayers” é uma clara faixa de rock psicadélico, enquanto que a seguinte “All or Nothing” baixa a velocidade e aliada a um jogo de luzes carmim, obriga a uma introspecção face à letra e refrão, “it’s all or nothing, it’s now or never”.

O carismático líder dos Moonspell fala pela primeira vez, para manifestar o prazer de estar de volta à capital, sem medo do cerco e dos fantasmas. Agradece em inglês quem, como eu, está a ver a celebração no recato da sua casa, e a sala ruidosamente faz-se ouvir. “Hermitage” é uma faixa muito mais rock do que as tocadas anteriormente e a sala começa a levantar os braços e movimentar-se na cadeira, sendo novamente puxada para a obscuridade de “Entitlement”, antes da dupla de faixas que muitos rotularam de “floydianas”, “Solitarian” e “The Hermit Saints”. Sim, a guitarra de Amorim está muito mais atmosférica que o normal, mas há ali mais que a banda de David Gilmour. Há darkwave, há Paradise Lost da era “Obsidian” (disco que tem como ponto comum o productor Jaime Gomez Arellano). E nada disso é desprestigiante.

Pausa para agradecer quem veio de fora para este concerto e o apoio de sempre da matilha, antecedendo “Apophtegmata”, a faixa com som mais old-school do disco mas sempre com a guitarra quase sem distorção. Com a plateia a puxar pela banda, Fernando garante que nunca se irá esquecer deste concerto, face a todas as adversidades. “Without Rule” evidencia aquilo que tinha dito sobre a preponderância de Paixão neste disco, com os sintetizadores a mostrarem serviço. A faixa tem mais de sete minutos e sensivelmente a meio tem enorme alteração na cadência, ficando muito mais pesada e onde Ricardo Amorim toma as rédeas com solos tremendos. O instrumental “City Quitter” encerra a apresentação de “Hermitage” a Lisboa, um tema cujo nome Fernando poderá ter ido buscar a “A Cidade a as Serras” de Eça de Queiroz, outro dos livros lidos durante o confinamento, e que retrata a vida alegre no campo entre livros e família, longe da urbe.

Para o encore, a banda escolheu dois temas que abrem dois discos emblemáticos dos Moonspell, “Wolfshade” da estreia “Wolfheart” seguido de “Breathe” de “Extinct”. A plateia manifesta a sua alegria e exulta com esse regresso ao passado, que continuaria com “Shadow Sun” do disco de 2008 “Night Eternal”, e que Fernando confidencia nunca antes ter sido tocada em Lisboa. “Temos que acabar antes que sejamos todos presos”, anuncia Fernando Ribeiro antes da tradicional evocação de “Alma Mater”, que encerra a segunda noite dos Moonspell em Lisboa e deixa amargo de boca pela limitação de tempo, número de presentes e restrições a movimentos.

Estivéssemos livres destes constrangimentos e estas duas noites teriam tido aliciantes muito maiores. Fica a promessa de um 2022 diferente, com a banda a celebrar 30 anos de existência e um disco novo praticamente ausente dos palcos. Certamente teremos novidades muito interessantes no futuro próximo.

Um enorme agradecimento à banda, à Free Music e à Sara Does PR pela oportunidade de ver estes dois espectáculos singulares, numa excelente transmissão da plataforma Munin.live.

Por último agradecimento especial à Sónia Ferreira pelas excelentes fotos no interior do LAV – Lisboa ao Vivo, numa parceria com a World of Metal.

Hellfest anuncia cartaz brutal para 2022, com duas bandas nacionais

Moonspell e Gaerea são os representantes nacionais no mega-festival Hellfest 2022, que decorre em Clisson, França, entre 17 e 26 de Junho.

As duas bandas actuam no palco TEMPLE dia 24 de Junho.

Aqui fica o exaustivo cartaz do Hellfest 2022:

Amplifest passa a 2 fins de semana em Outubro de 2022

O Amplifest 2021 é adiado para 2022 e acontecerá em dois fins-de-semana seguidos: FDS1 a 7 + 8 + 9 e FDS2 a 13 + 14 + 15 de Outubro, na sala do Hard Club na cidade do Porto.

O FDS1 acontecerá nos dias 7, 8 e 9 de Outubro e substitui o já esgotado Amplifest 2021, com o bilhete válido sem ser necessário azer rigorosamente nada, apenas guardá-lo e mostrá-lo quando chegar o dia.

As bandas de 2021 já confirmadas para o FDS1 são os Amenra, Caspian, Cult of Luna, Elder, HOLY FAWN, Irist, Jo Quail, Oranssi Pazuzu, Pallbearer e Telepathy.

O FDS2 acontecerá nos dias 13, 14 e 15 de Outubro com algumas surpresas pelo meio. Os passes para o FDS2 já estão disponíveis, também com Amplipacks FDS1+FDS2 limitados já à venda e há um desconto de 25€ para o FDS2 para todos os que acreditaram e esgotaram o Amplifest 2021.

O primeiro nome confirmado para o FDS2 são os Godspeed You! Black Emperor.

Site (PT/ ENG): https://tinyurl.com/4x2yhmxn

Tickets: https://tinyurl.com/unzh49e6

FAQ: https://tinyurl.com/3hs836yk

Laurus Nobilis Hangover leva bandas metal a Famalicão

O Município de Vila Nova de Famalicão desafiou a organização do Laurus Nobilis a participar na iniciativa “Anima-te”, e dias 31 de Julho e 1 de Agosto leva metal à cidade.

No parque da Devesa teremos uma versão do Laurus Nobilis completamente adaptada aos tempos pandémicos que atravessamos, com dois nomes fortes por dia no que diz respeito a bandas do panorama nacional da música alternativa. No primeiro dia tocam Downfall of Manking e Godiva, e no segundo dia os Lhabya e Vella.

A entrada é grátis (sujeita ao levantamento do bilhete nas duas horas antes do primeiro concerto, que terá inicio às 19h).

Theatro Live Experience adiado

A Amazing Events adiou os eventos marcados para a Theatro Live Experience, face às novas determinações saídas esta tarde do Conselho de Ministros.

Nas redes sociais, a organizadora explica: “Mais uma vez o Governo toma medidas com o total desrespeito por quem trabalha na cultura, alterando regras e horários um dia antes da realização dos mesmos e após pagamento de fornecedores, equipamentos e perecíveis.

Lamentamos, assim, informar que mais uma vez nos encontramos na desagradável posição de adiar mais um evento e, inclusive, a inauguração do nosso novo espaço – Theatro Live Experience.

Assim sendo, os eventos já anunciados para o Theatro Live Experience serão adiados e reagendados para datas a anunciar o mais breve possível, sendo os bilhetes já adquiridos válidos para os mesmos.

Para terminar num espírito positivo, contamos poder abrir o nosso novo espaço no dia 2 de Julho de 2021, com a festa Rockline Tribe.

Esperemos que, mais uma vez, o sacrifício que fazemos agora possa fazer sentido na perspectiva de voltarmos a trabalhar sem restrições”.

Festa do Avante divulga cartaz musical

A Festa do Avante, que se realiza este ano a 3, 4 e 5 de Setembro na Atalaia, Amora, Seixal, divulgou o programa musical da edição de 2021.

Para este ano ressalta a exclusividade dada aos artistas portugueses, de língua portuguesa ou residentes em Portugal, apostando a organização num formato de duetos improváveis, com parcerias de músicos pertencentes a distintas gerações e com carreiras feitas em diferentes áreas da música.

Para abranger mais pessoas, a Festa do Avante! teve a ideia de sugerir a cada artista que
convidasse outros artistas à sua escolha para entrarem no todo ou em parte da respectiva
actuação. A larga adesão a esta proposta cria indirectamente um atractivo adicional aos espectáculos deste ano, com o público a poder assistir, na grande maioria deles, a momentos raros, inéditos ou irrepetíveis.

Destes, destacam-se o saxofonista Cabrita com Stereossauro e Tó Trips; Daniel Catarino com Fast Eddie Nelson, Rapaz Improvisado e To Zé Bexiga; Manel Cruz com Aldina Duarte; Prétu Xullaji com Scúru Fitchadú, Tristany e Cachupa Psicadélica; e Tim com Teresa Salgueiro.

Também pelo palco da Atalaia passam bandas como Budda Power Blues & Maria João, Linda Martini e Project CIRO, entre outros.

Primavera Sound 2022 com bilhetes a esgotar

Quem ainda tem vontade de visitar o Primavera Sound em 2022 é melhor despachar-se na compra dos ingressos!

Para o mega-evento em Barcelona, já só sobram bilhetes para os dias 10 e 11 de Junho, a um preço de 117 euros cada. A compra está disponível no website oficial https://link.dice.fm/9jYZOCv8Cgb, onde é igualmente possível ficar na lista de espera dos restantes dias, em caso de sobras.

Dividido por dois fins de semana (2-4 e 9-11 de Junho), o cartaz inclui mais de duas dezenas de nomes espalhados pelos vários dias do festival. Para dia 10 de Junho, o aliciante é ver Lorde, Massive Attack e The Strokes, enquanto a 11 de Junho chegam ao palco principal do Parc del Forum Jorja Smith, Megan Thee Stallion, Tame Impala e Yeah Yeah Yeahs.

Para a edição portuguesa, designada NOS Primavera Sound, todos os bilhetes estão ainda disponíveis no site www.primaverasound.com/pt/tickets?e=nos-primavera-sound-porto-2022, bem como nas lojas Fnac, CTT, El Corte Ingles e lojas NOS.

O cartaz do evento, que acontece entre 9 e 11 de Junho no Parque da Cidade do Porto, tem como cabeças de cartaz Nick Cave e Tame Impala a 9, Pavement e Beck no feriado de 10 de Junho, e Gorillaz a 11 de Junho.

Gaerea e Vaneno estreiam Theatro Live Experience

Dia 19 de Junho marca a estreia da Theatro Live Experience, um novo projecto da Amazing Events, e que apresenta ao vivo os Gaerea e Vaneno.

A Theatro Live Experience é uma sala de eventos ao estilo pop-up, que irá funcionar em Sintra, e que incluirá na sua programação bandas nacionais, internacionais e eventos com DJs de vários géneros musicais, entre eles o regresso das famosas ROCKLINE TRIBE que marcaram as noites de Lisboa durante anos.

Além da natural oferta cultural, haverá muita degustação de cerveja artesanal, diversos cocktails de assinatura, refeições ligeiras e serviço de snack-bar. .Todas as regras, como lugares marcados, distanciamento, criação de corredores de circulação de único sentido, equipe de assistentes de plateia, disponibilização de álcool-gel para higienização, entre outras medidas, serão implementadas seguindo as normas e orientações da DGS.

Os Gaerea regressam ao distrito de Lisboa para actuar sob os ares misteriosos de Sintra, partilhando com a capital as sonoridades atmosféricas e obscuras do novo disco “Limbo”.

Os lisboetas Vaneno tiveram um dos lançamentos mais refrescantes de 2020, na forma do EP “Struggle Through Absurdity” e irão abrir a noite com o seu sludge metal.

Os lugares são limitados e estão disponíveis na variante individual (10 euros com entrada a partir das 19 horas) ou mesas de 6 pessoas (50 euros com oferta de degustação de cervejas artesanais e entrada antecipada a partir das 17 horas).

Mais informações através do email: reservastheatrolive@gmail.com ou no site www.amazingevents.pt

SonicBlast Fest anuncia primeiras bandas para 2022

Ainda falta mais de um ano mas pela amostra hoje apresentada, o SonicBlast Fest de 2022 vai ter uma décima edição para ficar nos anais da história do rock.

Dias 11, 12 e 13 de Agosto de 2022, o festival celebra a sua 10.ª edição, num novo recinto, na Praia da Duna do Caldeirão, Âncora, concelho de Caminha, distrito de Viana do Castelo.

O cartaz desta nova edição ainda está a ser finalizado pela equipa organizadora, mas entre os 23 nomes agora anunciados temos Electric Wizard, Weedeater, PENTAGRAM ou 1000mods.

Ao escolher a Praia da Duna do Caldeirão, o evento volta a honrar o compromisso com a região do Minho, mantendo a oferta cultural de qualidade, em segurança e com o melhor que o rock psicadélico e stoner tem para oferecer.

Banhado pelo Atlântico e em comunhão com a natureza, o novo recinto garante todas as melhores experiências já usuais do Festival – proximidade com a praia, coerência de cartaz incluindo bandas inovadoras, ligação a actividades complementares como o skate e surf e ligação de proximidade com a comunidade local, complementando-as com novas descobertas a conhecer de 11 a 13 de Agosto do próximo ano.

Os bilhetes comprados para a edição de 2021 estão automaticamente válidos para 2022.

Para quem ainda não comprou, eles encontram-se à venda nos locais habituais (Fnac, Worten, Ctt’s…) ou em https://garboyl.bol.pt/…/92523-sonicblast…/Sessoes e Masqueticket https://www.masqueticket.com/…/835-sonicblast-fest-2022…